Palavras para quê? Sábado a sobremesa foi melão...Quero agradecer a todos os sócios, adeptos, simpatizantes e profissionais liberais que manifestaram a sua solidariedade. Quero afiançar que, como sempre, me apliquei ao máximo para este jogo, como não poderia deixar de ser.
Sobre a questão que certamente está na cabeça de muitos ("porque não jogou o Castanhas em jogo de época?") eu explico que o meu objectivo é sempre conseguir o objectivo máximo permitido. No caso da VI, o máximo a que se pode ambicionar é a subida de divisão. Para quem joga realmente para ganhar, o campeonato neste contexto é um prémio menor.
Ou seja, eu joguei para o prémio máximo: a subida de divisão.
Falhei. Mérito para o futebol cinico do adversário, que apesar da sua postura discreta, me seguiu como uma sombra ao longo de toda a época, o que veio a dar frutos no final.
A próxima época anteve-se, naturalmente dificil. A primeira mudança na equipa no sentido da preparação já está em curso: encontra-se à venda Wade Aponte, jogador que pela fraca forma de "Van Der", o holandês brasileiro, jogou a titular no último jogo.
O dinheiro conseguido por esta venda (aconteça ela quando acontecer) será investido no plantel. Não entramos em fantasias: o nosso plantel neste momento necessita de algumas mudanças se queremos continuar a apontar para o topo.
A nosso favor temos todo um know-how adquirido, e o profundo conhecimento do valor dos adversários. Resta saber quem sai e quem entra na VI.298. O Castanhas este ano, como em todos os outros, limitou-se a "ficar", o que no Brasil até é bem gostoso, mas em Portugal não tem grande interesse.
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